Um alerta para todas as empresas que não vendem on-line - Diggital
625
post-template-default,single,single-post,postid-625,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,qode_grid_1300,qode_popup_menu_push_text_top,qode-content-sidebar-responsive,qode-theme-ver-16.0.1,qode-theme-bridge,disabled_footer_bottom,wpb-js-composer js-comp-ver-5.4.7,vc_responsive

Um alerta para todas as empresas que não vendem on-line

Um alerta para todas as empresas que não vendem on-line

A quarentena enviou um alerta a todos os varejistas que pensavam que não precisavam vender online. Muitas mudanças foram desencadeadas por ela no mercado e as empresas devem estar atentas a isso caso queiram prosperar.

Os comércios varejistas, desde o açougueiro da família até a gigante global de moda rápida Primark, se viram sem recursos extras para continuarem suas vendas, gerando assim uma situação de incerteza, pois onde não há caixa, não há dinheiro para as contas fixas de qualquer negócio.

Olhando para duas décadas atrás, quando o comércio eletrônico estava começando e muitas empresas  ainda estavam receosas de ter esta modalidade de venda, visto que seus clientes não estariam interessados ​​em fazer compras online, a realidade hoje em dia, evidencia que não estar presente no meio online é estar fora do jogo.

Entretanto, surpreendentemente, estamos descobrindo que essa mentalidade ainda existe para muitos varejistas. Porém, não por muito tempo. E isso deve soar como um alerta para todas as empresas que não entendem a importância do comércio eletrônico.

É importante alertar que não se trata apenas do aqui e agora ou, levar produtos aos clientes que sem opção, estão aderindo às compras online, enquanto cumprem o isolamento social em suas casas. Trata-se de uma geração de adultos que nunca fez compras online antes, e agora estão sendo forçados a descobrir que é um processo muito mais simples e menos arriscado do que temiam.

Quando a quarentena terminar, as compras online serão o novo normal. Se você ainda não tem uma operação de comércio eletrônico, deve estar tendo dificuldades para fazer negócios durante a quarentena. E mesmo com as restrições mais amenas, se você não agir, ficará para trás.

A boa notícia é que a operação online não precisa ser complicada. É acessível, simples e o melhor para as pequenas empresas é que elas são ágeis; ágil o suficiente para mudar e se adaptar às demandas atuais do mercado.

 

O que você deve fazer: Fique atento

A quarentena pode ser temporária, mas a popularidade das compras online certamente não será. Uma grande quantidade de seu público-alvo em potencial está usando o comércio eletrônico pela primeira vez e continuará usando, sendo uma parte importante de suas vidas diárias a partir de agora. Se você ainda não lançou uma loja online, aja agora. Faça sua lição de casa, fique online e comercialize para todos os seus clientes e potenciais clientes antes de perdê-los para a concorrência.

 

Mercado e rede

Agora é a hora de espalhar a mensagem sobre quem você é e o que pode oferecer. É um momento difícil para os varejistas, mas o público entende isso e existe um forte movimento de base para apoiar empresas locais e independentes. Como parte do seu marketing, participe de campanhas executadas por organizações como a câmara de comércio local, o Sebrae e as entidades de classe, como a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) para garantir que você esteja se beneficiando do momento, se certificando de que tudo isso acontece online, garantindo sua segurança e a do seu cliente.

 

Aproveite ao máximo os canais de compras

O objetivo final é ter clientes comprando diretamente do seu site, onde você terá maior controle do processo e manterá uma fatia maior dos lucros. Mas outros sites podem ser um facilitador valioso. Muitos compradores que compram online pela primeira vez serão atraídos pelos nomes que conhecem: Amazon, eBay, Google. Procure sempre garantir que seus produtos estejam listados no maior número possível de lugares para captar o fluxo de novas demandas e, em seguida, ative o marketing para garantir vendas recorrentes.

 



%d blogueiros gostam disto: